Coisas que só nerds entendem...

Postado por Unknown , quarta-feira, 28 de julho de 2010 09:36



Vi aqui.

Chato demais...

Postado por Unknown , sábado, 24 de julho de 2010 14:30

Guardei essa tirinha para postar quando não tivesse o que (ou ficasse sem tempo) de postar.

Passei a semana inteira tendo o que postar, mas sem tempo de fazer nada.
Hoje que eu tenho tempo, não tenho o que postar. Eis a tirinha (clique para ampliar):


Vi (há muito tempo) no Vida Besta.

Legalizado

Postado por Unknown , quinta-feira, 15 de julho de 2010 08:18


Vi aqui.

O caso Bruno/Eliza e a escandalosa Graça de Deus

Postado por Unknown , quarta-feira, 14 de julho de 2010 08:28

Ontem eu conversava com meu amigo, e colega de curso, Danilo Ferreira e ele me falava de suas inquietações acerca do batido (e rebatido pela imprensa) caso Bruno/Eliza. A conversa acabou se transformando num excelente texto que Danilo me encaminhou por e-mail. Como ele (ainda) não possui um blog, divulgo-o aqui.

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O CASO BRUNO – ELIZA E A ESCANDALOSA GRAÇA DE DEUS
Por Danilo Ferreira Gomes

Todos nós estamos chocados com o brutal assassinato, com requintes de crueldade, da modelo Eliza Samudio, encomendado pelo seu ex-namorado e goleiro Bruno Fernandes de Souza. Faço coro com todas as pessoas que revoltadas vociferam: “Um crime desses não pode ficar impune; a justiça tem que ser feita!” Sou solidário com a família enlutada. É realmente lamentável ver o trágico fim de uma jovem que ainda estava tão cheia de vida! Até quando a violência contra as mulheres? Até quando os poderosos ficarão impunes? Até quando a covardia e a injustiça? Qual a medida de punição mais justa para um crime tão hediondo? Em meio a estes questionamentos lembrei-me da graça de Deus revelada em Jesus de Nazaré!

Isto mesmo, a graça, a maravilhosa graça, o amor incondicional de Deus pelos seres humanos! Tendo agora a graça de Deus em mente, fui acometido por outros pensamentos. Como será que o Deus revelado na face de Jesus olha para o Bruno? Como eu devo olhá-lo uma vez que fui tocado pelo incomensurável amor de Deus? Alguns textos bíblicos saltaram em minha cabeça:
“...O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração” – I Samuel 16.7b

“Vinde então, e argui-me, diz o SENHOR: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.” – Isaias 1.18

“Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” – Isaias 53. 4,5

“Os sãos não necessitam de médico, mas sim os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores.” – Marcos 2.17

“Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” – Lucas 19.10
Outros tantos poderiam ser citados, mas estes são suficientes para me levar à conclusão de que os teólogos estão certos quando dizem que “a graça é um escândalo”! Como pode Deus perdoar o imperdoável? A graça fere o nosso senso de justiça. Nós exigimos que o culpado pague o preço pelo erro que cometeu. Para nós, é inadmissível que um criminoso seja simplesmente perdoado. Não faz sentido uma coisas dessas. Mas é exatamente isto que a graça faz. Deus perdoa e restaura o mais miserável de todos os pecadores, e isso, vale inclusive para o Bruno! Certamente alguns me perguntariam: É simples assim? De graça? Não custa nada? Não precisa pagar nada? E eu respondo com as palavras do Philip Yancey, encontradas no livro Maravilhosa Graça:
“A graça não custa nada para os beneficiários, mas tudo para o doador. A graça de Deus não é uma exibição de sua ‘bondade’, pois custou o exorbitante preço do Calvário (...). A graça é gratuita apenas porque o próprio doador pagou o preço (p. 61, 62).
Sei que vou correr o risco de ser considerado um insensível, mas, querem saber de uma coisa? A Eliza está morta! Quem está vivo é o Bruno! Pronto, falei! Por mais que eu também tenha ficado indignado com esse crime e por mais que eu deseje que a justiça seja feita, crendo que Deus é o Deus dos vivos e não dos mortos (cf. Mateus 22.32 e Lucas 20. 38), o Evangelho não me deixa alternativa a não ser orar para que a graça de Deus alcance o Bruno. O pastor Ed René Kivitz está certo quando, parafraseando o apóstolo Paulo, afirma que a nossa luta é contra o mau e a maldade e não contra os malvados. Quando ansiamos pela destruição dos malvados expomos a maldade que se esconde em nosso próprio coração! Sei que para muitos tudo isso que disse é um tremendo absurdo, mas Paulo já havia advertido que “a mensagem da cruz é loucura para os que perecem, mas, para nós, que somos salvos é o poder de Deus” – I Coríntios 1.18.

Conversando com o meu caríssimo amigo Vitor Sousa sobre esse triste caso, ele, num insight de inspiração divina, ou, para ser mais ortodoxo, de iluminação divina, soltou a seguinte pérola: “a graça quer transformar monstros em gente”. Concordo plenamente com ele. É verdade que o Bruno se comportou como um monstro, completamente bestializado. Mas é mais verdade ainda que Jesus Cristo pode derramar sobre ele o amor de Deus e dar-lhe uma chance de ser gente de verdade. Apesar da aparente insensibilidade que o Bruno demonstrou pela TV, imagino que ele deve estar psicologicamente destruído e atormentado pela culpa e pela condenação em massa. Oro para que Deus lhe dê a oportunidade de ouvir as doces e esperançosas palavras de Jesus:
"Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e meu fardo é leve." – Mateus 11. 28 – 30.
Se Ele abrir o coração para a graça, o amor e o perdão incondicionais de Deus, poderá cantar o tradicional coro cristão:
“Graça, que maravilhosa graça, é imensurável e sem fim; é maravilhosa, é tão grandiosa, é suficiente para mim; é maior que a minha iniquidade, é revelação do amor do Pai; o nome de Jesus engrandecei, e a Deus louvai!”
Eu realmente espero que isso aconteça, pois nada, nem mesmo a morte, deve ser pior do que passar o resto da vida consumido pela culpa. Apesar de escandalosa, a graça de Deus me fascina, tanto porque dependo dela para sobreviver, como o ar que eu respiro, visto que sou tão pecador quanto o Bruno, como por causa do seu caráter subversivo, que ignora completamente o sistema de justiça retributiva desse mundo e opera pelo misterioso, insondável e irresistível amor de Deus.

Maravilhosa graça...

E a parte branca?

Postado por Unknown , sábado, 3 de julho de 2010 15:02

Sentindo falta da parte branca?


O governo argentino doou ao Maradona pra consolá-lo.

O Pequeno Príncipe

Postado por Unknown , quarta-feira, 30 de junho de 2010 14:18

Mês passado eu tive a oportunidade de rever o filme "O Pequeno Príncipe". Aí eu me lembrei que, no meu antigo blog, eu já tinha escrito alguma coisa sobre o livro. Fucei lá nos antigos posts e resolvi ressussitar esse porque continuo pensando igualzinho à época em que escrevi.

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O Pequeno Príncipe (em 20 de março de 2007)
Não sei se com vocês é assim, mas um bom livro - daqueles que você faz questão de dizer pra todo mundo que leu - me conquista nas primeiras palavras. Uma vez me dei mal com isso: numa livraria, estava em dúvida se levava ou não um livro e resolvi ler o começo do bendito... resultado: o início era muito bom e me conquistou, mas o resto do livro era uma merda!

Ainda bem que esse livro de Antoine de Saint-Exupéry não me decepcionou!

Eu me apaixonei perdidamente pela dedicatória do autor para seu amigo, a qual transcrevo, na íntegra, abaixo:

"A LÉON WERTH

Peço perdão às crianças por dedicar este livro a uma pessoa grande. Tenho uma desculpa séria: essa pessoa grande é o melhor amigo que possuo no mundo. Tenho uma outra desculpa: essa pessoa grande é capaz de compreender todas as coisas, até mesmo os livros de criança. Tenho ainda uma terceira: essa pessoa grande mora na França, e ela tem fome e frio.


Ela precisa de consolo. Se todas essas desculpas não bastam, eu dedico então esse livro à criança que essa pessoa grande já foi. Todas as pessoas grandes foram um dia crianças (mas poucas se lembram disso). Corrijo, portanto, a dedicatória:


A LÉON WERTH

QUANDO ELE ERA PEQUENINO"


Talvez você pense: "O que tem demais nesse texto pra alguém se apaixonar por ele?"

Acontece que, pra mim, ele confirma uma teoria que venho "ruminando" na mente há algum tempo: quando crescemos, tendemos a esquecer que fomos crianças; deixamos morrer todas as lembranças de como encarávamos o mundo nessa época (Ok, esse sou eu em 2010 falando. Freud já tinha dito isso 1 milhão de anos antes de mim, mas em 2007 eu pensei ter descoberto a pólvora. Relevem).

Ainda não entendeu? Então deixa eu te contar duas histórias...

Numa das oportunidades que tive de ir à Bienal do Livro para divulgar o stand do Xaxado, fiquei distribuindo folhetos e convidando as pessoas para conhecerem melhor nossos livros. Avistei uma família - um senhor de meia idade, sua esposa e seus filhos, uma moça e um rapaz, que não aparentavam ter mais de 20 anos. Prontamente entreguei um folheto ao senhor e fiz o convite. Qual foi sua resposta? "Não... obrigado... meus meninos já estão bem crescidinhos".

Pouco tempo depois, participei de um amigo secreto, e escolhi para presentear um dos livros que mais gosto, O Cabrito Encantado. Qual não foi minha surpresa quando a pessoa presenteada abriu o pacote!!! Quando olhou pro livro, exclamou, com um misto de satisfação e desdém: "O Cabrito Encatado????!!???!!???? Pôôôôôôô.... fala sério! Fulana, você, que gosta de história de criança, não quer não?!"

Percebeu?

É por isso que eu concordo com Saint-Exupéry, as pessoas grandes não são capazes de compreender todas coisas, nem mesmo um livro de criança.

Preciso pedir perdão às crianças por esses dois erros que cometi. Mas, ao mesmo tempo, tenho um motivo para continuar a cometê-los.... vou continuar procurando por gente grande que compreenda livros infantis.

Se você encontrar alguém assim por aí, me avise...

Roberto Diamanso, o Menestrel

Postado por Unknown , sábado, 26 de junho de 2010 10:11

Distante dos holofotes da música gospel vivem grandes artistas que optam por não se encaixarem nesse rótulo. Um deles, que tive a oportunidade de conhecer pessoalmente no Rio de Janeiro, é Roberto Diamanso - cantador nordestino que soube muito bem converter sua cultura num instrumento que ampliasse a força da sua mensagem.

Diamanso é pai de 13 filhos (3 biológicos e 10 adotivos) e dirige, ao lado da esposa, a Associação Projeto Peregrino que atende crianças carentes e suas famílias, moradoras na região de Cabuçú, Guarulhos, oferecendo atividades de reforço escolar, apoio pedagógico, educação cristã, oficinas de artes, esportes e linguagens.

Aqui, compartilho a faixa que dá título ao primeiro álbum desse excelente músico: Menestrel.



(Para conhecer mais do trabalho de Roberto Diamanso, recomendo os especiais do programa Sons do Coração aqui e aqui.)